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Nada real, tudo realidade

Andam entre a morte e a sorte. Vagando vazios pelo universo. Sem noção do Norte, Continuam submersos.

Na falta de comida, Alimentam-se da fé. Dobram-se os joelhos Por mais um dia de pé.Sonho feito claridade Iluminando cada túnel escuro. Aguardam a piedade, Para alcançarem o futuro.

Pecado pelo desconhecido. O que nunca fora ensinado Jamais será aprendido. Ignorantes sentenciados!

A falta da visão Não é ausência de lente. Se dá pelo que escurece o coração E esvazia a mente.

Yuri Cidade

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