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Vomitando o caos

Dilemas. Problemas. Esquemas. Talvez eu seja só uma engrenagem do sistema, absorvendo o ódio necessário do ecossistema. Corrupção pela fé extrema. Rebeldia plena de um guerreiro sem causa. Atravessando por balsa o rio da inteligência falsa e da descrença no abstrato. Ignorância é mato. Recolho os fatos e monto um retrato da irreal realidade. Vaidade, forma pura de humanidade, sugando a alma de quem vê, iludindo quem crê nos sacerdotes da TV. Quem dera você, ter consciência limpa pra dizer que quem grita é hipócrita. Não passa de mais um bárbaro da horda, em volta da vítima que teu julgamento esfola. Feito urubu, devora cru os pedaços da carniça no sol. Se diz pescador, mas mordeu o anzol. Na pipa, no cerol, em prol do tráfico financiado pelo deputado que está sentado nas suas costas. Debate cotas e diz que pobre e só derrota e vive a desfrutar das putas pagas pelo seu dinheiro. No próximo enterro, chora falsamente pela alma de quem fica, mas prefere ser integrante da parte rica da orgia. Agonia. A maldade financia a revolução de quem sofre. Em cada pacote, a esperança de tirar a grande sorte e crer que sua morte será um marco histórico. Conceitos vazios e retóricos de um cotidiano histórico, no qual seguimos sendo escravos acorrentados nas senzalas prisionais. Pra você tanto faz se quem aqui jaz morreu sem conhecer a paz. Espectro de Barrabaz, que implora perdão ao sistema voraz. Filhos nossos, eis o vosso destino. Há sempre de ser oprimido entupido de comprimidos educacionais da ditadura dos ricos. Governo omisso. Infecto. Inferno é o inverno de quem dorme na rua e não veste terno. É tudo um truque. Pregação no Facebook não salvará seus netos. Oração virtual só te faz uma cobaia laboratorial. Alienado digital. Se intitula gente de bem, mas é refém do mal. Cara de pau! Você mesmo, Sr. Falso Moralista da Silva. Se julga o tal, mas diz que o problema do feminismo é falta de pau. É a favor da vida, porém quer a cabeça de quem critica suas posições reacionárias extremistas. Arrota caviar e come marmita. Eis aqui aquele que persegue a morte, rumo ao norte, pois me recuso a voltar ao velho oeste. Nada de marionete. Sou mistura de tupiniquim com cabra da peste. Resistência genética, motiva a rebelião contra aqueles que tentam frear a dialética revolução. Reflexão. Eis-me aqui, um decadente poeta, indo contra falsos profetas que anulam a evolução épica. Incerta, são minhas metas, deixando suas mentes inquietas, ao se autojulgarem um grande merda. Derreto aqui meu desabafo aos detentores da moral. Não se iluda, você é só mais um neandertal.

Yuri Cidade

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